Temos, em Portugal, um serviço denominado Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) que tem por missão (entre outras) zelar pela qualidade dos alimentos. Bastaria que cuidasse dos alimentos, mas colocaram-lhe em cima ainda outras absorventes tarefas no âmbito da economia e por isso tem um E na sigla.
Pertencemos ao grupo daqueles que consideram da maior importância a actividade de um organismo como a ASAE e defendem que ela deve ser muito eficaz, dentro da lei. Repare-se que muitas vezes, na ânsia do lucro, ou para evitar prejuízos, se lançam produtos no mercado que nunca deveriam ser consumidos.
P.S.: Aproveitem enquanto é tempo o cheiro das flores de tília neste mês de Junho de 2017. Costumo apreciar mais à noite porque ando habitualmente a essa hora na cidade onde moro, mas dizem-me que, de manhã, ainda é melhor.
P.S. 2: Ainda ando às voltas com a MEO, apesar de esta ter reconhecido o erro que cometeu. Mas hoje o que venho dizer é isto, que me espantou. Como sabem, depois de qualquer contacto fazem-nos duas perguntas, sendo a segunda sobre a qualidade do serviço, perguntando-nos se recomendaríamos a MEO. A resposta é de 1 a 10, sendo naturalmente o 10 a nota de completa satisfação. O que não é natural nem normal é saber (lemos isso) que até 6 qualquer resposta é negativa e que 7 e 8 não são apreciação positiva ou negativa (neutro). Apenas 9 e 10 são respostas positivas que podem beneficiar os funcionários que avaliamos. Que desfaçatez e falta de respeito por nós, que somos enganados, e pelos trabalhadores da MEO, que são prejudicados!
(Em Diário do Minho, 16/06/17)
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